A NASA publicou novas diretrizes cruciais para a saúde dos astronautas, focando nos riscos de doença da descompressão (DCS), tromboembolismo venoso (VTE) e nas implicações do forame oval patente (PFO). Elaboradas por um painel de especialistas, estas recomendações são vitais para a segurança das tripulações nas futuras e ambiciosas missões Artemis à Lua e além, aprimorando a preparação para os desafios fisiológicos do espaço profundo.
Para a exploração espacial de longo prazo, mitigar condições como DCS (bolhas devido à pressão), VTE (coágulos sanguíneos) e PFO (abertura cardíaca congênita) é primordial. Integrando estudos anteriores de 2024 e 2026, o grupo de trabalho concluiu que o PFO não é fator de risco majoritário para VTE nem para complicações de embolias. Assim, não haverá alterações nos critérios de seleção para PFOs de pequeno porte. Para PFOs maiores (grau 3+), enfatiza-se protocolos rigorosos e coleta de dados, oferecendo a tripulantes informações claras e a opção de fechamento.
Sobre a DCS, o painel indicou a ausência de ligação definitiva entre graus de bolhas e risco da doença em pré-respiro para gravidade parcial, com valor preditivo incerto para operações lunares. A agência destacou também a necessidade urgente de orientação clínica para o uso de medicamentos antes das Atividades Extraveiculares (EVAs), incluindo aspirina (prevenção de DCS e dor) e analgésicos comuns (paracetamol, ibuprofeno), que podem mascarar sintomas. Esses protocolos aprimorados reforçam o compromisso da NASA com a segurança dos astronautas, garantindo a máxima proteção em futuras jornadas à Lua e a Marte, expandindo a fronteira humana com ciência e responsabilidade.
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Fonte: https://www.nasa.gov
